CEPAV

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NOSSOS TESTES

ENTENDA SOBRE SPOT TEST, IMUNOTERAPIA E ENCONTRE
RESPOSTAS SOBRE DÚVIDAS FREQUENTES.

Spot Test

O Grupo CEPAV apresenta o tecnológico e mais preciso avançado teste para diagnósticos das alergias.

 

A tecnologia SPOT, combina dois dos principais métodos laboratoriais para detecção de imunoglobulinas IgE – Radioimunoensaio e Enzimaimunoensaio.

O SPOT TEST PLATINUM mede os níveis das Imunoglobulinas IgE específica que estão aumentadas nos casos de doença alérgica. Por exemplo: Se um animal é alérgico a pó, ele terá níveis de Imunoglobulina IgE específicas anti pó em altas concentrações no sangue.

Após a exposição a um alérgeno, o organismo produz anticorpos (IgE e IgG). O IgG é o anticorpo predominante sendo produzido em grandes quantidades. O IgG circulante interfere com os resultados dos testes. Para contornar o problema, todas as amostras de soro são primeiramente absorvidas com a proteína do Staphylococcus do tipo A extraída da parede celular do Staphylococcus aureus. Esta proteína tem uma grande afinidade com a fração complemento da IgG, removendo esta Imunoglobulina do soro a ser testado.

Outro fator que interfere com o resultado dos testes é a presença no soro de anticorpos anti-IgE não específico. Estes altos níveis de IgE não específico são normalmente causados por infecções parasitárias nos animais. O IgE não específico compete com o IgE específico ocasionando erro nos resultados. Este problema foi solucionado com a absorção das amostras a serem testadas com antígenos Helmintos. Os Helmintos são um dos antígenos mais comuns responsáveis pelos altos níveis de IgE não específica no soro.

Estes 2 procedimentos irão garantir um teste muito mais sensível e altamente específico.

O teste alérgico é dividido em 5 grupos – Gramíneas, árvores, arbustos, fungos e bolores, inalantes caseiros, antígeno de Staphylococcus sp.Malassezia sp. E os principais alimentos consumidos pelos animais de estimação, incluindo a maioria dos componentes utilizados em rações comerciais. São ao todo 91 substâncias testadas individualmente. As substâncias testadas são escolhidas de acordo com a prevalência dos alérgenos mais comuns encontrados no Brasil, de acordo com as análises de mais de 10.000 testes realizados pelo nosso Laboratório nos últimos anos. O Teste SPOT PLATINUM e as vacinas para tratamento por Imunoterapia são realizadas com alérgenos encontrados no Brasil.

A Imunoterapia, também conhecida como injeções de alérgenos, consiste na aplicação de uma sequência de injeções dadas pela via subcutânea, que promovem um aumento do limiar de tolerância do animal aos alérgenos a que são sensíveis. A melhora no quadro clínico nos casos comprovados de atopia, começam a aparecer após o 4° ou 5° mês de tratamento.

A imunoterapia não deve ser utilizada como tratamento único, mas como um coadjuvante no tratamento de outras possíveis dermatopatias envolvidas no processo de atopia ( alergia por inalantes ) e sempre com acompanhamento do Médico Veterinário.

O CEPAV LABORATÓRIOS prepara as vacinas para tratamento por Imunoterapia baseado nos resultados do ”TESTE SPOT PLATINUM” . Este Kit consiste em 3 frascos ampola contendo concentrações progressivas dos alérgenos testados e suficientes para aproximadamente 9 meses de tratamento.

A imunoterapia é uma ótima alternativa de tratamento dos pacientes alérgicos, mas precisa ser bem utilizada para que seus efeitos sejam observados. O diagnóstico, tratamento e controle de outras enfermidades que geralmente estão associadas aos processos alérgicos são de fundamental importância para o sucesso no tratamento pela Imunoterapia.

Para a realização do teste, é necessário o envio de um amostra de (3 a 5 mL) de soro, coletados do paciente em jejum alimentar de 12 horas. Quando a amostra for enviada no mesmo dia, não é necessário a refrigeração. O prazo médio para a entrega dos resultados juntamente com as vacinas para tratamento por Imunoterapia é de aproximadamente 45 dias.

Os resultados do “TESTE SPOT PLATINUM” para o diagnóstico da alergia indicarão se o animal está negativo ou positivo para os vários tipos de alérgenos testados. Os resultados são baseados na padronização do teste para soros caninos, felinos e eqüinos, fortemente positivos ou negativos.

As amostras de sangue deverão ser coletadas com o animal em jejum alimentar prévio de 12 horas. Em animais de pequeno porte, coletar preferencialmente da veia jugular. Coletar o sangue (+-10 mL) em tubo seco e após aproximadamente 1 hora centrifugar e acondicionar o soro em um frasco estéril, devidamente identificado. Colocar o material em uma caixa de isopor com gelo reciclável e mandar a amostra via “Sedex” de qualquer ponto do território brasileiro. Para o envio das vacinas para outras praças fora de São Paulo, enviar valor adicional (a consultar), para despesas de postagem das vacinas via sedex.

Preencher este questionário e encaminhar junto com a amostra, ou enviar por e-mail para info@cepav.com.br

DADOS COMPLETOS DO LABORATÓRIO
Rua Tanabi, 185
Água Branca  São Paulo/SP CEP: 05002-010

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PERGUNTAS E RESPOSTA SOBRE IMUNOTERAPIA

Por meio do teste “Ïn-vitro” é possível identificar as causas da alergia do cão. Existe a opção de tratar o problema utilizando Imunoterapia. Para que a Imunoterapia seja efetiva, é importante entender como funciona este processo e como ele vai auxiliar na melhora clínica do animal. As doenças de pele relacionadas com a alergia são problemas crônicos que muitas vezes são difíceis de serem controlados. Esteja seguro que o médico veterinário irá recomendar a melhor terapia de longa duração e os tratamentos apropriados para este importante membro de sua família.

 
 

A Imunoterapia é um tratamento médico em que extratos de alérgenos altamente purificados aos quais seu animal é sensível são injetados em concentrações crescentes no organismo. Os tratamentos por imunoterapia são formulados individualmente para cada paciente baseado nos resultados dos testes para diagnóstico da alergia. Cada Kit de vacinas de imunoterapia vem com 3 frascos contendo cada um concentrações diferentes, suficientes para tratar o paciente por um período de aproximadamente 9 meses. Devido a várias alterações no sistema imunológico, mais de 70% dos pacientes se tornam menos sensíveis àqueles alérgenos, diminuindo progressivamente os sintomas causados pelas doenças alérgicas. Esta é a maneira mais segura de controlar os sinais clínicos das alergias.

O veterinário decidirá qual é a melhor maneira de administrar este tratamento, que pode ser na própria residência ou na clínica veterinária. Todas as instruções sobre as dosagens, intervalos entre aplicações e reações adversas estão incluídas no estojo que acompanha as vacinas. As agulhas utilizadas nas aplicações são muito menores do que aquelas utilizadas nas vacinações anuais. São utilizadas seringas descartáveis de 1,0 mL (seringas de insulina). As injeções de imunoterapia são em pequenas doses, aplicadas pela via subcutânea (embaixo da pele). Estas aplicações não costumam doer, e os animais de maneira geral não reclamam. Mantenha sempre as vacinas sob refrigeração (não congelar). Utilize sempre uma nova seringa para cada aplicação. Não é aconselhável que seu animal tenha feito exercícios fortes ou se alimentado antes da aplicação.

Mantenha sempre as vacinas sob refrigeração (não congelar). Utilize sempre uma nova seringa para cada aplicação. Não é aconselhável que seu animal tenha feito exercícios fortes ou se alimentado antes da aplicação.

Sim. A imunoterapia é a forma mais segura de controlar os sintomas de alergia. Como qualquer medicamento, existe uma probabilidade muito pequena (menor do que 0,5%) da ocorrência de alguma reação alérgica. Caso note alguma alteração no comportamento de seu cão logo após a aplicação das vacinas, tais como: respiração ofegante, vômito, diarréia ou salivação, leve-o diretamente ao médico veterinário.

Aumento da coceira durante o início da imunoterapia é frequente. Alguns animais também apresentam aumento da coceira imediatamente após a mudança para um novo frasco de maior concentração.

Todo cão é um indivíduo único, e tal como as pessoas, responderá diferentemente a uma medicação. Geralmente, leva de 3 a 5 meses após o inÍcio da imunoterapia para se notar alguma melhora clínica, embora existam relatos de alguns proprietários sobre melhora logo após o início das aplicações. Na maioria dos casos, a alergia esteve presente por meses ou até por anos antes de você iniciar a imunoterapia. SEJA PACIENTE! Continue com a imunoterapia por um mínimo de 6 a 9 meses para dar tempo ao seu cão de melhorar. Alguns cães podem melhorar somente após um ano do início da imunoterapia.

Sim. O médico veterinário pode e deve utilizar medicamentos para controlar os sintomas da alergia enquanto a imunoterapia não fizer efeito, principalmente durante as fases iniciais do tratamento. A utilização de complementos a base de fatores Ômega 3 e Ômega 6 (Allerdog Plus) são importantes para controlar algumas manifestações alérgicas. Deve-se evitar na medida do possível à utilização de corticosteróides, pois esta classe de medicamentos poderá interferir na eficiência da imunoterapia. Não considere uma falha da Imunoterapia se seu cão necessitar esporadicamente de tratamentos complementares. Tal como a maioria das doenças crônicas, as alergias podem ser controladas, mas não curadas.

No início da Imunoterapia as aplicações são feitas a cada dois dias e progressivamente este intervalo vai aumentando até chegar a uma aplicação a cada 20 dias. Estando as doenças concomitantes de pele de seu animal controladas, ele irá necessitar somente de uma aplicação a cada 20 ou 30 dias provavelmente por toda a vida. Caso a imunoterapia seja interrompida, é bem provável que seu animal volte a se coçar após um intervalo de 3 a 6 meses.

O Refil é a repetição do último frasco do Kit de vacinas que você utilizou. Na tabela de aplicações você vai verificar que existe uma data em que o Refil deve ser solicitado. Quando fizer esta solicitação, forneça o nome do animal, número do exame e o nome do médico veterinário que solicitou o exame.

Um percentual pequeno de cães não respondem satisfatoriamente a imunoterapia. É muito importante que o médico veterinário acompanhe de perto o animal durante todo o tratamento. O problema pode ser uma infestação de pulgas (a imunoterapia não funciona para picada de pulga), uma infecção bacteriana, seborréia (caspa) ou outras doenças de pele que geralmente estão associadas à alergia. Todas estas doenças de pele associadas à alergia devem ser tratadas sempre que estiverem presentes.

O resultado do teste mostra uma série de substâncias às quais seu animal é alérgico. Na medida do possível, tente diminuir a exposição de seu animal aos alérgenos aos quais ele é sensível. Você pode ajudar muito o seu animal, se fizer algumas pequenas mudanças no seu ambiente.

FAQ

PERGUNTAS E RESPOSTA SOBRE ALERGIAS EM CÃES

Alergia é uma doença em que o sistema imunológico reage anormalmente à substâncias comuns, tais como: pólen, fungos, bolores, ácaros, pó, certos alimentos e substâncias químicas. Todas as reações alérgicas são desagradáveis, algumas muito sérias e poucas são fatais. As substâncias que causam as alergias são chamadas de alérgenos. Uma reação alérgica pode ser causada pela inalação ou da ingestão de alérgenos, ou pode ser resultado de um contato direto com a substância ao qual o animal é sensível.

O sinal mais comum das alergias em animais de estimação é a coceira constante, irritação na face e lambedura ou mordedura das patas e em várias partes do corpo. Os locais mais comuns dos sinais da alergia são: flanco, patas, face, ao redor dos olhos, boca, orelhas e áreas próximas a base da cauda. Em cães, as alergias são frequentemente a causa primária de problemas de pele persistentes, embora, seja importante notar que nem toda a coceira é devido à alergia. As doenças da tireóide, infecções de pele, pulgas e micoses podem causar sintomas semelhantes.

As alergias têm várias causas, sendo que algumas delas têm origem genética. Filhos de pais com problemas alérgicos, tem grande probabilidade de desenvolver algum tipo de problema alérgico durante sua vida. Os sinais de alergia nos animais de estimação aparecem após o contato com determinados alérgenos por vários meses ou até após alguns anos. O típico animal alérgico inicia os sintomas lambendo ou mascando as patas. Alguns destes sintomas são tão brandos que nem são percebidos pelo tutor. Com a exposição contínua destes alérgenos, o animal irá gradualmente aumentar a gravidade dos sintomas. Após algum tempo, estes sintomas podem evoluir para um coceira persistente em várias partes do corpo chegando a formar feridas que frequentemente serão contaminadas.

Os sintomas das alergias vão ocorrer sempre que o animal é exposto a uma concentração elevada de alérgenos aos quais ele é sensível. Os alérgenos mais comuns, tais como: pó caseiro, ácaros de pó, fungos e leveduras, vão produzir sinais de alergia durante todo o ano, enquanto que alergias a plantas que polinizam durante a primavera ou verão, irão ocasionar sintomas de alergia somente durante estas épocas do ano. Alergia a alimentos podem ocorrer a qualquer época do ano. Para se conseguir bom diagnóstico das doenças alérgicas, é necessário uma combinação de fatores, tais como: histórico clínico, exame clínico, teste alérgico e diagnóstico apropriado das doenças de pele secundárias que quase sempre estão associadas às alergias.

Desde que a grande maioria das doenças alérgicas são herdadas, não existe nenhuma maneira de preveni-las. Existe consenso que as alergias podem ser controladas, mas não prevenidas. O melhor controle é conseguido evitando-se o contato do animal com os alérgenos a que ele é sensível. Por exemplo: Se seu cão é alérgico a pulgas, é importante controlar infestações de pulgas. Alguns alérgenos, tais como, fungos, bolores, pó, ácaros e pólen são muito difíceis de se evitar. Sendo assim, é importante encontrar formas alternativas de tratamento para controlar as alergias.

Após um exame clínico completo, o médico veterinário irá coletar uma pequena amostra de sangue de seu animal e irá encaminhar ao laboratório. A amostra de sangue será submetida a uma bateria de mais de 80 testes diferentes, verificando-se a sensibilidade para inúmeros agentes causadores de alergias, tais como: pólen de árvores, plantas, gramas, ervas, arbustos, pó caseiro, fungos, bolores e alimentos. Este número de alérgenos testados corresponde a aproximadamente 90% das substâncias mais importantes existentes no meio ambiente, que podem ser causadoras das alergias. Toda esta bateria de testes é realizada com alérgenos encontrados no Brasil.

Existem várias maneiras diferentes ou combinações de tratamentos para controlar os sintomas clínicos das alergias. Medicamentos a base de corticosteróides de curta ação são geralmente utilizados durante um pequeno período de tempo para aliviar os sintomas da alergia. Estes mesmos medicamentos quando utilizados por um tempo prolongado, podem causar sérios efeitos colaterais para a saúde de seu animal, diminuindo a qualidade e a duração da própria vida. Corticosteróides de longa ação (depósito) não devem ser utilizados. Nos animais com sinais severos de alergias, ou quando os sinais clínicos persistem durante todo o ano, tratamentos específicos das alergias tais como a Imunoterapia (injeções de alérgenos), devem ser utilizados. O médico veterinário vai verificar as várias alternativas de tratamento baseado nas necessidades do animal.

O sucesso da imunoterapia depende de diversos fatores incluindo o estado geral de saúde de seu animal, as causas e a severidade dos sintomas da alergia e a própria resposta do paciente aos tratamentos preconizados. As etapas para o sucesso no tratamento das alergias são:

  • Identificação dos alérgenos aos quais o animal é sensível por meio dos testes alérgicos, seguidos pelo tratamento por Imunoterapia.
  • Tentar reduzir ao máximo a concentração dos alérgenos no ambiente por meio da limpeza constante.
  • Dar a medicação recomendada pelo médico veterinário para controlar os sintomas clínicos.
  • Acompanhamento freqüente por parte do médico veterinário responsável pelo caso clínico.
  • A combinação destas terapias irá resultar no sucesso no tratamento e controle das alergias na grande maioria dos pacientes.
  • Adesão ao tratamento.

ALGUMAS SUGESTÕES DE CONTROLE AMBIENTAL

Colocar uma capa plástica sobre a cama onde seu animal dorme. Lavar frequentemente a cama com água quente (acima de 70°C). Não deixe o animal dormir em cima de madeira úmida ou mofada. Evite o contato com carpete ou tapetes. Limpe frequentemente o local onde o animal dorme.

Evite deixar seu animal andar sobre gramados molhados, não tenha muitas plantas dentro de casa; evite deixar seu animal em locais úmidos dentro de casa tais como: banheiros ou lavanderia; utilize desumidificadores nos locais úmidos da casa. Seque bem o animal após o banho.

Evite campos gramados; mantenha a grama bem baixa; lave o cão após o contato com gramas, ervas ou arbustos; mantenha o cão dentro de casa durante o anoitecer, amanhecer e nas estações de polinização (primavera).